Rutte fora da NATO
Donald Trump ameaça sair da NATO, como se isso fosse uma prerrogativa que dependesse de si. Para que tal pudesse acontecer teria de merecer a aprovação de dois terços do Senado, o que à data parece pouco provável. A própria opinião pública americana defende a continuidade na aliança transatlântica, já que consideram ser os europeus a financiar a sua própria defesa.
Tudo isto acontece perante a passividade do atual secretário-geral da NATO, Mark Rutte, o antigo primeiro-ministro dos Países Baixos, que em tempos, contestou o apoio da UE a Portugal, Espanha e Itália porque, sustentava à época, que “os países do sul da Europa gastavam o dinheiro em bebidas e mulheres” (2017).
Ora, como está bom de ver, quem deveria sair (ou até nem mesmo não ter entrado) da NATO, era Mark Rutte.


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